Ícone do site Instituto Montanari

Elogios

Antes de tudo: segure esse seu instinto julgador, condenatório e crítico. E mais, na arte de se relacionar, se você quer ver os outros mais interessados em você, elogie sempre que julgar apropriado, mas faça-o de modo sincero.

Sabemos que há uma grande distorção quanto aos elogios nos dias de hoje. Isso ocorre porque muitas pessoas têm se utilizado disso para dissimulações, mentiras e falsas tentativas de agradar ao próximo. O elogio deve ser sincero, aliás, todo elogio é sincero. O contrário disto não é mais do que mera bajulação.

ENTENDENDO O ELOGIO

Elogiar, para muitos, é algo muito difícil de ser feito. E por que isso acontece? Isso acontece porque o elogio faz com que você observe em outra pessoa uma qualidade. E não basta apenas observar, o elogio é a explicitação da sua observação.

O fato é que muitas pessoas encaram esse reconhecimento da qualidade alheia como uma diminuição do seu ego. É como se elogiar alguém fizesse com que todas as suas qualidades fossem diminuídas. Como se houvesse um demérito de ocasião. O engraçado é que as pessoas que pensam assim agem como se estivessem no topo do mundo quando recebem algum elogio, elas se interpretam erroneamente a mensagem e se sentem superiores àqueles que a elogiaram.

E quando entendemos isto, percebemos que há uma linha tênue entre a bajulação e o elogio. O ego do ser humano é carente e precisa de um reconhecimento, mesmo que esse reconhecimento seja falso. Passa-se a elogiar alguém para receber esse reconhecimento de volta. E os dois elogiadores sabem que tudo isso não passa de bajulação.

O elogio propriamente dito, só será válido se for sincero, não estamos nos referindo apenas à confirmação do que foi dito pela pessoa que elogiou.

Quando você avalia alguém com sinceridade, que seja feito com uma única essência: o altruísmo. O elogio altruísta é o mais puro que existe. Qualquer coisa contrária a isto é uma bajulação, um reconhecimento forçado com a finalidade de receber de volta o que foi dado.

O SER HUMANO E A NECESSIDADE DE SER RECONHECIDO

Já poderíamos ter terminado o artigo no parágrafo acima, mas sempre vale a pena enriquecer o conteúdo mais um pouco. Prossigamos com uma das raízes da bajulação: a necessidade do ser humano ser reconhecido.

Todas as pessoas possuem isto dentro de si. Observe que quando você se esforça para fazer um trabalho e o apresenta, não havendo repercussão alguma sobre o mesmo, há um abatimento, não é mesmo? Não estamos falando aqui de pessoas más, extremamente egoístas, que só pensam em si. Estamos falando de alguém que gosta de ajudar os outros, que é preocupado com o meio onde vive, mas que quer um reconhecimento para as suas tarefas.

De fato, nós podemos chegar a conclusões, no mínimo, duras, sobre pessoas que fazem boas ações esperando reconhecimento, mas vamos tentar ver pelo ângulo de que essa mesma pessoa se esforçou e fez algo por outro ser humano.

PREFIRA A SINCERIDADE

A arte de se relacionar prima por um princípio: a sinceridade. Através dela, nós podemos estabelecer relações com um nível de pureza surpreendente e que diminui um pouco da ilusão e do interesse egoísta da bajulação.

Dentro de uma organização, o elogio sincero é primordial. O reconhecimento é sempre uma ação que edifica e aponta os caminhos corretos a serem seguidos, assim como a correção também faz o mesmo.

Discretamente, nos responda. Faz muito tempo que você não recebe ou faz um elogio sincero?

O Instituto Montanari ACREDITA e INCENTIVA a SUA LUTA pelo SUCESSO, sempre!

Os artigos do Instituto Montanari estão em constante evolução. Aqui você também faz o conteúdo.

Você pode colaborar conosco, enviando sugestões e até os seus próprios textos. 

Ah, você também pode contar a sua história! Para tanto, converse conosco através do e-mail: 

contato@institutomontanari.com.br

Será um prazer imenso fazer contato contigo!

Obrigado!