Financiamento imobiliário 2021: Um guia completo!

Financiamento imobiliário 2021: Um guia completo!

O financiamento imobiliário é a oportunidade perfeita para muitas pessoas que desejam adquirir um imóvel, seja residencial, seja comercial, ou até mesmo para usar como fonte de investimento.

Hoje em dia o que não faltam são linhas de crédito voltadas ao mercado imobiliário. Clientes com bom score têm acesso a boas condições de pagamento e bons limites de financiamento! Neste artigo explicamos detalhadamente qual o score ideal para financiamento.

É justamente por essa grande demanda de opções de financiamento imobiliário que é imprescindível pesquisar e comparar as condições que cada instituição financeira oferece, garantindo, assim, um bom negócio.

Reunimos neste texto as principais informações que você deve dominar antes de procurar por um empréstimo imobiliário. Continue lendo e tire suas dúvidas agora mesmo!

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Financiamento Imobiliário em Alta em 2020

Se o mercado financeiro, de modo geral, foi amplamente afetado em 2020 pela crise causada pela pandemia, o setor imobiliário não pode dizer o mesmo!

Isso se deve ao fato de que como a taxa básica de juros brasileiro, a Selic, esteve em baixa, as taxas para obtenção de empréstimo imobiliário também abaixaram, levando uma boa parcela da população à contratação desse tipo de empréstimo.

Conforme divulgado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), os financiamentos de imóveis por meio de recursos da poupança tiveram o valor total de R$ 92,7 bilhões.

Esse número é altamente expressivo ao comparar com o mesmo período de 2019. Houve aumento de 48,8%.

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Além disso, pesquisas comandadas pela Fundação Instituto de Pesquisas (FIPE) e pelo Grupo Zap, por exemplo, reiteram que a intenção de compra de empreendimentos em 2021 também cresceu consideravelmente, e isso se deve, dentre outros fatores, às condições especiais proporcionadas pelos bancos na contratação de empréstimos, medidas, essas, adotadas para diminuir a crise no setor.

Outro fator que contribuiu para o financiamento imobiliário foi, sem dúvidas, as condições poucos favoráveis para manutenção de aluguel. Até mesmo em cidades menores e regiões longes dos centros, o valor de aluguel, somado a condomínio, está cada vez mais inacessível a muitas famílias.

Um dado que corrobora essa informação é o índice de inflação que tem como base o reajuste dos contratos de aluguel, o IGP-M, que teve aumento de 23% em 2020.

 

Como Funciona a Contratação de Crédito Imobiliário?

A contratação de financiamento imobiliário dependerá do perfil do cliente, da finalidade do crédito e da instituição credora.

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É válido lembrar que existem diversas linhas de crédito, desde as concedidas pelo Governo Federal, como o programa Casa Verde e Amarela, até as linhas com limites mais robustos, e que exigem garantias, por exemplo.

Sendo assim, antes de escolher a qual linha de financiamento imobiliário recorrer, é importante levar em consideração alguns fatores. Um deles é a base de correção do contrato, ou seja: quão mutável será seu contrato até você quitar o empréstimo. Não levar em conta esse fator pode fazê-lo contratar um financiamento com determinada taxa de juros, e terminar por pagar com outra consideravelmente diferente.

A base mais comumente utilizada nesse tipo de financiamento é a fixa, que pode ou não ser corrigida pela TR (Taxa Referencial). Contudo, esse é um tipo de contrato que costuma oferecer juros maiores.

Em contrapartida, existem opções de financiamento imobiliário com índices flutuantes, cujas taxas costumam ser menores. No entanto, a longo prazo, as bases de correção tendem a ser mais arriscadas, sobretudo a longo prazo.

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Na prática, a dica é: pessoas com despesas fixas e que mantêm suas contas na ponta do lápis acabam preferindo optar pelo financiamento imobiliário com taxa fixa. Embora possa não ser a opção mais barata, é a mais segura em termos de oscilação e você saberá quanto irá pagar da primeira à última parcela.

Já as pessoas com maior estabilidade financeira e com um menor compromisso de dívidas podem acabar optando pela segunda opção, valendo-se da correção pelo IPCA ou pelo rendimento da poupança, por exemplo.

Por fim, deve-se levar em consideração que antes de escolher a linha de crédito, tenha em mente sua renda fixa, as despesas familiares e quanto você está disposto a comprometes do seu rendimento para arcar com as despesas! A partir disso será mais fácil encontrar a opção ideal.

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