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Criatividade Disney

Falando sobre criatividade

Walt Disney, fundador de uma das empresas mais criativas do mundo, tornou-se uma referência no mundo dos negócios, pela sua capacidade de transformar ideias em ações concretas.

Mas… Como ele fazia isso? De onde tirava tanta criatividade?

Há diversos estudos a respeito, mas existe um processo simplificado sobre gestão do potencial criativo, com 3 fases, que quero mostrar.

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A estratégia é bem simples e você não vai ter nenhuma dificuldade em aprendê-la rapidamente.

Tudo que você precisa é se colocar no papel de três personalidades bem diferentes, gradualmente: o sonhador (que tem as ideias e retira delas as metas), o realista (que transforma as ideias em coisas concretas) e o crítico (que filtra e analisa as ideias e aquilo que foi criado).

Vamos ver cada uma dessas etapas separadamente.

O SONHADOR

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“Se você pode sonhar, também pode fazer.” – Walt Disney

“Walt Disney tinha uma imaginação fabulosa. Era um sonhador muito criativo. Sonhar é o primeiro passo para criar um objetivo (…). Primeiro, Disney criava um sonho ou uma visão do filme inteiro. Imaginava como a história seria vista pelos olhos de cada personagem e quais seriam os seus sentimentos.” (O’Connor e Seymour, 1996, p. 203).

Encontre um local tranquilo e isolado onde possa dar “asas à imaginação” sem interrupções.

Lá, imagine tudo… Observe os detalhes das cenas que imaginar, o que as pessoas vão dizer, as emoções envolvidas, a sua motivação, o cenário ao redor… Enfim, tudo que puder, inclusive as coisas que, a priori, parecem impossíveis, fantasiosas ou surreais.

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Registre tudo que imaginar, utilizando um gravador, uma câmera ou papel e lápis. Não censure nada. Deixe a imaginação fluir sem pausas, mas vá anotando tudo que se passa.

Se houver emoções e humor, melhor ainda…

Você vai notar que em determinado momento a sua capacidade criativacomeça a declinar lentamente. Assim que achar que já tem material suficiente, encerre a seção sonhadora e parta para a etapa seguinte.

Devo apenas acrescentar que essa fase não precisa ter hora para acabar. Ela pode se estender por longos períodos de tempo e, tranquilamente, ultrapassar uma hora de pura imaginação.

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O REALISTA

“Você erra 100% dos chutes que não dá.” – Walt Disney

“Depois, Walt Disney examinava seu projeto de maneira realista, levando em consideração o custo, o tempo e os recursos necessários para a sua realização, ou seja, todas as informações fundamentais, para se certificar de que o sonho poderia se tornar realidade” (O’Connor e Seymour, 1996, p. 204).

Quando chegar nessa etapa, você terá uma rica lista de ideias em mãos, mas, por conta da dificuldade de torna-las realidade, você sabe que apenas uma parcela delas terá a sorte de virar algo concreto.

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Seja então realista, separe aquilo que pode ser implementado daquilo que se afasta da concretização e inicie um planejamento detalhado da operação que vai trazer o que foi imaginado para o mundo real.

É comum que essa etapa também seja permeada, quando necessário, de momentos de imaginação, pois você precisa imaginar como isso se tornará realidade e quais os passos seguir para que isso aconteça.

No entanto, aqui, a imaginação é conduzida pela racionalidade, todo o foco está em transformar uma determinada ideia em algo tangível.

É normal que você não consiga todas as respostas de que precisa em um primeiro momento. Não se cobre tanto por isso.

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Descanse um pouco, mas não deixe o projeto do lado.

Insista na busca de soluções. É muito comum que respostas cheguem em momentos inusitados como em sonhos ou quando estamos tomando banho.

Com o plano em mãos, passe para a última etapa: a posição do crítico.

O CRÍTICO

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“Para começar, pare de falar e comece a fazer.” – Walt Disney

“Depois de criar o sonho do filme, Walt Disney voltava a analisá-lo do ponto de vista do público. Ele se perguntava: ‘Foi interessante? Foi divertido? Tem alguma coisa que não funciona?’” (O’Connor e Seymour, 1996, p. 204).

Agora é hora de botar os “pingos nos is”, de assumir o papel de “chato”.

Aqui você busca erros, analisa a coisa toda do ponto de vista do público, suas reações diante daquilo que você criou e eventuais objeções das pessoas cujos interesses serão afetados.

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Além disso, imagine dificuldades que deverão ser superadas e grupos de pessoas nos quais você deve se aproximar para ter maior noção do espaço existente para suas ideias.

Procure medir as consequências das suas ações e como tornar as coisas mais fáceis.

Tenha claro que o objetivo dessa fase de críticas é aperfeiçoar o seu plano, fazer adaptações necessárias e prevenir eventuais problemas futuros. Revise todos os pontos de implementação até ter convicção de que tudo está em sinergia e pronto para virar realidade.

Pronto, agora você tem em mãos algumas ideias, o mapa de como transformá-la em realidade e a bússola que te guiará pela desafiadora jornada da transformação de sonhos em realidade.

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Isso é criatividade!

Boa sorte e mãos à obra!

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